Às vezes uma estrela angustiada e quase morrendo
Abre os olhos, mirando em volta, buscando velhas imagens e cores,
Aspirando fumaças e deglutindo coisas já inúteis,
Lacrimosa, já não se recordando do antigo esplendor,
Vencida que foi por tantas dores e tempestades.
Às vezes, porém, ela ostenta um derradeiro sorriso,
Um último rasgo da luminosidade de outrora,
Que agora pressente ter vindo das antigas alegrias,
Quando ainda passeava feliz sob a luz de alguma aurora.
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