Os poetas e as pessoas boas
Sempre chorarão o destino tão antigo de Melos
Assim como choram agora a situação de Gaza,
Gente afundada na dor e no abandono, seres frágeis,
Crianças nas mãos de assassinos.
Oh ventos do Mediterrâneo, que bálsamos te saturam?
Como suportas o cheiro hediondo
De pessoas indefesas mortas por homens sanguinários e pervertidos?
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